IMPOSTO DE RENDA


Cuidados para não ser pego pelo "Leão"


Parte de nossa rotina há muitos anos, a declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF), pede nossa atenção. Entre o primeiro dia de março e o último de abril, de cada ano todos aqueles que têm rendimentos tributáveis - o salário, por exemplo - acima de R$ 24.556,65 precisam acessar o portal da Receita Federal na internet e preencher o formulário de declaração. Nos últimos anos, a Receita Federal segue recebendo os formulários digitalmente – embora incomum, também é possível entregar o formulário em disquete nas agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Aos que descumprirem as determinações, um aviso: quem não declarar durante os dois meses disponibilizados pelos órgãos responsáveis, terá de pagar multa. Ainda pior que o atraso, no entanto, é declarar de forma errada. Como já é sabido por todos, a restituição do IR começa a ser liberada em junho, em lotes mensais, e o contribuinte que se equivocar ao preencher o formulário de declaração pode cair na temida "malha fina", tendo direito a receber o dinheiro restituído apenas quando a situação estiver regularizada.

Para evitar imprevistos, é fundamental que uma série de cuidados seja tomada: é imprescindível que a papelada esteja ordem, com a separação do que é dedutível no imposto de renda, como gastos com educação (escolas e cursos); saúde (planos de saúde e consultas médicas, por exemplo); contribuições previdenciárias; doações a entidades e pagamentos de pensão alimentícia – os comprovantes de todas essas despesas devem estar guardados.

Novas mudanças já são previstas para 2013 onde será necessária a utilização do certificado digital para a entrega dessa declaração.